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As nove ilhas do Arquipélago dos Açores são todas de origem vulcânica e localizam-se sensivelmente entre 37° e 40° de latitude norte e 25° e 31° de longitude oeste, estabelecendo a fronteira oeste do continente europeu, na ilha das Flores. Residem 244 780 pessoas (dados de 2008) neste território insular de 2 325 km2 , que está a uma distância de 1 815 km do continente europeu (Portugal) e 2 625 km do continente norte-americano (Canadá).


As ilhas do arquipélago foram divididas em três grupos geográficos: o Grupo Oriental, composto por Santa Maria e São Miguel, o Grupo Central integra as ilhas Terceira, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial, e o Grupo Ocidental constituído pelas ilhas Corvo e Flores. Os Açores, juntamente com os arquipélagos da Madeira, Canárias e Cabo Verde definem a região biogeográfica da Macaronésia, designação que significa “ilhas afortunadas”, para quem as habita e quem as visita.

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Nove ilhas esculpidas pela Natureza no azul do Atlântico

Unidas num arquipélago, cada ilha açoriana tem uma identidade própria. Ao mesmo tempo que comungam extraordinários legados da Natureza, revelam traços singulares nas paisagens, tradições, gastronomia ou arquitectura. Faltam palavras para classificar e enunciar os encantos destas nove ilhas carismáticas. Esculpidas por vulcões milenares e povoadas ao longo de séculos por gente corajosa e amável, os Açores são um local de muitas e variadas experiências e emoções.

Geografia

Os sistemas de posicionamento encontram as 9 ilhas dos Açores em pleno Atlântico Norte, dispersas ao longo de uma faixa com cerca de 600 km de extensão de Santa Maria ao Corvo e sensivelmente entre 37° e 40° de latitude norte e 25° e 31° de longitude oeste. Residem 244 780 pessoas (dados de 2008) neste território insular de 2 325 km2, que está a uma distância de 1 600 km do continente europeu e 3 400 km do continente norte-americano.

História

No plano lendário, há quem pretenda associar os Açores à Atlântida, mítico reino insular citado por Platão. Já num plano histórico, encontram-se alusões a nove ilhas em posições aproximadas das açorianas no oceano Atlântico, em livros e mapas cartográficos desde meados do século XIV. Mas é com a epopeia marítima portuguesa, liderada pelo Infante D. Henrique, que os Açores entram de forma definitiva no mapa da Europa. Desconhece-se se terá sido Diogo de Silves, em 1427, ou Gonçalo Velho Cabral, em 1431, o primeiro navegador a atingir o arquipélago. A origem do nome Açores é igualmente ponto de várias teorias. A mais divulgada associa a designação aos milhafres encontrados, então confundidos com outra ave de rapina: o açor. Certo é que o Infante D. Henrique impulsiona a humanização das ilhas. Primeiro com o lançar de animais, entre 1431 e 1432, depois pelo envio de colonos, a partir de 1439.

Desde então, o povoamento estende-se ao longo dos séculos XV (grupos oriental e central) e XVI (grupo ocidental). Judeus, mouros, flamengos, genoveses, ingleses, franceses e escravos africanos unem-se à gente de Portugal Continental para enfrentar os duros obstáculos da tarefa.

A empreitada épica forja um povo que, ao longo de séculos, resiste a erupções vulcânicas e terramotos, isolamento, invasões de piratas, guerras políticas, doenças infestantes. A resistência ao domínio espanhol na crise de sucessão dinástica de 1580 e o apoio à causa liberal na guerra civil (1828-1834) são reveladores da coragem dos açorianos. Já no século XX, esta bravura sobrevive na epopeia baleeira, quando os homens se lançam em pequenos botes de madeira para o confronto no imenso mar azul com os cachalotes agigantados.

Clima

O clima dos Açores é caracterizado por temperaturas amenas, elevados índices de humidade e chuvas regulares. No Inverno, ventos vigorosos rondam o arquipélago, agitam o mar e purificam o ar. A temperatura média mantém-se nuns generosos 14° C, que não impedem a formação de neve no topo da Montanha do Pico, dados os seus 2350 m de altitude máxima. Os períodos de chuva, embora frequentes, costumam ser passageiros. O Verão é suave e ensolarado, com o termómetro a rondar os 24° C. A água do mar mantém-se numa temperatura convidativa, entre os 17° C e os 23° C.

Arquitectura

No conjunto de igrejas, conventos, solares e casas rurais espalhadas pelo arquipélago, aprecia-se o bailado cromático entre as paredes de alvenaria branca e a pedra de cantaria de basalto, ignimbrito e traquito. Moinhos de vento e azenhas, varandas de ferro forjado, fornos e chaminés, ruas, ruelas e becos estreitos e casas de paredes inteiramente de pedra escura, são outros elementos que dão tipicidade a cada uma das ilhas. Angra do Heroísmo, na Terceira, é um repositório especial da identidade arquitectónica dos Açores, acrescentado pelo tom de arco-íris das fachadas pintadas de cores garridas.

Cultura

Através de variadas colecções etnográficas, os museus açorianos reflectem uma história muito ligada ao cultivo da terra, criação de animais, artesanato e pesca. A caça à baleia ganha especial atenção nas ilhas do Pico e do Faial, com vestígios e relatos de uma época interpretada por homens valorosos. O espólio de arte sacra preenche salas de exposição museológica, mas grande parte do valor artístico permanece no interior das igrejas.

Ao longo dos séculos, o povo açoriano manifestou uma elevada consciência política que ajudou a moldar personalidades ilustres, como o primeiro presidente da República de Portugal, Manuel de Arriaga, ou o seu sucessor, Teófilo Braga. A tradição de activismo social manter-se-ia, condimentada com os dotes poéticos e literários, com um certo cunho de lirismo, de Antero de Quental, Vitorino Nemésio e Natália Correia, ou artísticos, de Domingos Rebelo e Canto da Maya.

Artesanato

Flores de escamas de peixe, gravuras em dente de cachalote, bonecas de folhas de milho, miniaturas em miolo de figueira. Quatro exemplos do engenho açoriano em aproveitar os recursos naturais para fins artesanais. Na cerâmica, tecelagem e bordadura, as cores vivas juntam-se ao branco para compor padrões singulares.

Herança dos tempos dos povoadores, a viola da terra continua a ser tocada – e manufacturada – em muitos pontos do arquipélago. Actualmente, os conservatórios açorianos já integram o ensino da viola da terra que exige uma técnica específica para ser tocada

 

Gastronomia

Peixe e Marisco

Atum, chicharros, cavala, abrótea, pargo e espadarte são comuns na cozinha açoriana. Grelhados, fritos, guisados, assados, em caldeiradas ou em caldos de peixe, sobressaem pela frescura. Às lagostas, cavacos, santolas e caranguejos juntam-se crustáceos como as cracas. Ou as lapas, tratadas com Molho Afonso, na grelha, em arroz ou açorda. Em São Jorge, crescem as únicas amêijoas do arquipélago.

Carne

A carne de vaca dos Açores tem indicação geográfica protegida e sustenta pratos como a alcatra da Terceira, a molha de carne ou o simples bife à regional. Os torresmos de molho de fígado e os enchidos são iguarias a não perder: a linguiça é prato principal quando servida com inhame e a morcela serve de entrada, acompanhada de ananás.

Queijo

O Queijo de São Jorge encima uma tradição de múltiplos e saborosos produtos lácteos, onde mãos habilidosas e tempos de cura são segredos para uma miríade de sabores e texturas. Que começa com o queijo fresco, servido com pimenta da terra. Quando servem de sobremesa, podem acompanhar-se de banana ou doce de capucho, uma espécie de tomate de sabor exótico e perfumado.

Fruta

Para além de bananas e maçãs, o clima açoriano permite também o cultivo de frutas exóticas como o araçá ou a anona. O ananás e o maracujá de São Miguel têm direito ao selo de garantia Denominação de Origem Protegida.

Doces

A doçaria com sinais de tradição conventual assume especial força no conjunto de bolinhos e docinhos típicos de cada ilha, que surpreendem pelos nomes e sabor.

Bebidas

No Pico, Graciosa e Terceira produz-se vinho, agora à base de novas castas e em complemento do outrora famoso verdelho. Cerveja, refrigerantes, vinhos licorosos, licores de frutos e aguardentes complementam uma oferta variada. O cultivo do chá em São Miguel é mais uma nota de exotismo nos prazeres da mesa açoriana.

Especialidades

No Cozido das Furnas, carnes e legumes cozem numa panela enterrada em solos geotérmicos. À Festa do Espírito Santo associam-se tradições gastronómicas como a Sopa do Espírito Santo, a Massa Sovada ou o arroz doce. Já os bolos lêvedos das Furnas são servidos a qualquer refeição e altura do ano.

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