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Caminho Português de Santiago

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Caminho Português de Santiago
 

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Este caminho encontra-se inserido no Caminho de Santiago, uma rota milenar, que é percorrida por milhares de peregrinos nos caminhos que vão dar à catedral de Santiago de Compostela na Galiza. Em território nacional este cruza paisagens rurais e diversos pontos de interesse a nível patrimonial, destacando-se diversas igrejas e capelas, monumentos e pontes. O mais percorrido Caminho Português de Santiago é o Caminho Central, que passa por Lisboa, Coimbra e o Porto. Está totalmente assinalado desde Lisboa com as inconfundíveis setas amarelas que marcam os Caminhos de Santiago e, por vezes, com uma vieira amarela sobre fundo azul, o símbolo oficial.


Por dia é habitual percorrerem-se de 20 a 30 km, distância esta condicionada pela existência de albergues ou alojamentos similares. À beira do Tejo, de Lisboa a Alhandra, desta à Azambuja e depois a Santarém. Este é o percurso que os peregrinos de Fátima que também o percorrem identificam como “Caminho do Tejo”. É aqui em Santarém que se separam, uns dirigem-se para Fátima, os outros, passando pela Golegã seguem para Tomar, a cidade dos Templários, seguindo o caminho medieval.


Mas em Portugal existem vários Caminhos de Santiago, sempre de sul para norte, já que Santiago de Compostela fica na Galiza, a 120 km da fronteira de Valença, ao norte de Portugal. De estilo românico, gótico e barroco, a Catedral onde culminam todos os Caminhos, está construída em formato de cruz latina.

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Detalhes

Caminho Português de Santiago - Caminho Central (636,6 km)

Esta viagem pode começar muito antes do dia da partida. Se quiser preparar-se bem, treine a sua resistência física, organize as refeições, reserve um bom calçado que não esteja por estrear, leve roupa adequada à estação do ano e previsão meteorológica, um guia e uma imensa vontade de estar consigo mesmo, de se cruzar com outras pessoas de todo o mundo e de ser recebido e albergado em casas que lhe abrem as portas, por vezes pedindo apenas um donativo que ajude na manutenção das instalações.

Necessita da credencial do peregrino, o passaporte que o identifica e lhe dá acesso aos albergues, desconto nas pousadas de juventude do Caminho e lhe dá direito a pedir o documento de conclusão do caminho (a “Compostela”), caso efetue a peregrinação com sentido cristão ou espiritual. Além disso, será sempre bom recordar esta peregrinação, revisitando cada carimbo que recebeu ao longo do caminho. Obtenha-a na Sé de Lisboa ou na do Porto, ou junto das entidades reconhecidas pela Oficina do Peregrino, como é o caso da Associação de Peregrinos Via Lusitana. 

Planeie as etapas e a forma de fazê-las de forma personalizada. Faça com que o Caminho se adapte às suas capacidades físicas e objetivos. Doseie o esforço e siga o seu próprio ritmo. O Caminho não é uma corrida. Tão importante é o itinerário como a meta.

 

Distância  634,5 km       
Tipo de percurso   Linear          
Duração    24 dias
  Altitude máx/min  S/Inf
Escala de Dificuldade (I a V)   Difícil (Nível IV)  
  Desnível Positivo  S/Inf
Época Aconselhada  Março a Junho

 

 LISBOA - SANTARÉM

À beira do Tejo, de Lisboa a Alhandra, desta à Azambuja e depois a Santarém. Este é o percurso que os peregrinos de Fátima que também o percorrem identificam como “Caminho do Tejo”. É aqui em Santarém que se separam, uns dirigem-se para Fátima, os outros para Tomar.

1. Lisboa > Alhandra, 33km
Lisboa > Sacavém > Alpriate>Póvoa de Santa Iria > Alverca > Alhandra

2. Alhandra > Azambuja, 24km
Alhandra > Vila Franca de Xira > Carregado > Vila Nova da Rainha > Azambuja

3. Azambuja > Santarém, 32km
Azambuja > Aeródromo > Reguengo > Valada > Porto de Muge > Omnias > Santarém


SANTARÉM - TOMAR

É aqui em Santarém que se separam, uns dirigem-se para Fátima, os outros, passando pela Golegã seguem para Tomar, a cidade dos Templários, seguindo o caminho medieval. Percorrendo etapas de pouco mais de 20km, caminhando calmamente pela natureza, aproveitando para usufruir de momentos que propiciam a paz interior, aproveite para trocar experiências com gente de todo o mundo, nos momentos de convívio nos albergues de peregrinos.

4. Santarém > Golegã, 30,5 Km
Santarém > Vale Figueira > Pombalinho > Azinhaga (terra natal de José Saramago, Prémio Nobel da Literatura em 1998) > Golegã

5. Golegã > Tomar, 22km
Golegã > S. Caetano (Quinta da Cardiga) > Vila Nova da Barquinha > Atalaia  > Grou > Asseiceira > Santa Cita > Tomar

TOMAR - COIMBRA

De Tomar, continua para Coimbra, passando por Alvaiázere, Ansião e Rabaçal, no município de Penela, e ainda cruza as ruínas romanas de Conímbriga, em Condeixa, seguindo para Coimbra. Na célebre cidade dos estudantes, visite o Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, onde se encontra o túmulo da também peregrina Rainha Santa Isabel (séc. XIV), sepultada com três símbolos do peregrino de Santiago: a vieira, a cruz e o bordão.

6. Tomar > Alvaiázere, 32 km
Tomar > Ponte de Peniche > Casais > Soianda > Calvinos > Ponte de Ceras > Tojal > Cortiça > Feteiras > Alvaiázere

7. Alvaiázere > Rabaçal, 33km
Alvaiázere > Laranjeiras > Venda do Negro > Casal Soeiro > Ansião > Netos > Venda do Brasil > Santiago da Guarda > Alvorge > Ribeira Alcalamouque > Rabaçal

8. Rabaçal > Coimbra, 32km
Rabaçal > Zambujal > Fonte Coberta > Poço > Conímbriga > Orelhudo > Cernache >Palheira > Cruz de Marouços > Coimbra


COIMBRA - PORTO

9. Coimbra > Mealhada, 23km
Coimbra > Adémia de Baixo > Trouxemil >  Adões> Sargento Mor > Santa Luzia > Lendiosa > Mealhada

10. Mealhada > Águeda, 31km
Mealhada > Sernadelo > Alpalhão > Aguim > Anadia > Arcos > Avelãs de Caminho > Aguada de Baixo > Águeda

11. Águeda > Albergaria-a-Velha, 19,5km
Águeda > Mourisca do Vouga > Serém de Cima > Albergaria-a-Velha

12. Albergaria-a-Velha > Oliveira de Azeméis, 23km
Albergaria-a-Velha >  Albergaria-a-Nova > Pinheiro da Bemposta > Bemposta > Oliveira de Azeméis

13. Oliveira de Azeméis > Grijó, 33,5 Km
Oliveira de Azeméis > Santiago de Riba-Ul > Cucujães > S. João da Madeira > Malaposta > Lourosa > Moselos > Grijó

14. Grijó > Porto 23,5km
Grijó > Perosinho > Vila Nova de Gaia > Porto


PORTO - VALENÇA

15. Porto > São Pedro de Rates, 37 km
Porto > Araújo > Maia > Vilar do Pinheiro > Mosteiró > Vilarinho > Ponte de Ave > São Miguel dos Arcos > São Pedro de Rates

16. São Pedro de Rates > Barcelos, 17km
São Pedro de Rates > Pedra Furada/Goios > Pereira > Barcelinhos > Barcelos

17. Barcelos > Ponte de Lima, 34km
Barcelos > Vila Boa > São Pedro de Fins/Tamel > Ponte das Táboas > Outeiro > Grajal > Reborido > Vitorino dos Piães > Anta > Pedrosa > Ponte da Senhora das Neves > Ponte de Lima

18. Ponte de Lima > Rubiães, 22Km
Ponte de Lima > Arcozelo > Ponte da Geira > Ponte do Arco > Alto da Portela/Labruja > São Roque > Rubiães

19. Rubiães > Valença, 17km
Rubiães > São Bento da Porta Aberta > Gontomil > Fontoura > Paços > Pedreira > Tuído > Arão > Valença

 

VALENÇA - SANTIAGO DE COMPOSTELA

20. Valença - O Porriño , 18,1 km

O encanto de Tui — uma das sete capitais do Antigo Reino da Galiza, declarada conjunto histórico artístico em 1967 —respira-se em cada uma das rúas, vielas e passadiços do seu nobre centro histórico, um desenho urbano medieval presidido pelo românico e pelo gótico da sua Catedral de Santa María. Antes de abandonar a cidade, o Caminho vai em direção ao parque de San Bartolomeu, onde está a formosa igreja pré-românica com o mesmo nome.

Travessia da ponte internacional entre V. do Minho > Tui > Ponte das Febres > As Gándaras de Budiño > O Porriño

Distância  18,1 km       
Tipo de percurso   Linear          
Duração    3,40 horas
  Altitude máx/min  S/Inf
Escala de Dificuldade (I a V)   Méda Alta (Nível III)  
  Desnível Positivo  S/Inf
Época Aconselhada  Março a Junho


21. Porriño - Bergunde, 27,1 km

Abandonamos O Porriño caminhando pela berma da N 550 e, portanto, devemos prestar especial atenção aos veículos. Um miliário romano, marco que indica em milhas romanas (1 milha = 1480 metros), que fazia parte da Via XIX e ligava, Braga e Astorga, encaminha-nos para o município de Redondela. A seguir, entramos em Vilar de Infesta. Florestas de pinheiros e eucaliptos protagonizam estes quilómetros. Chegamos ao legendário lugar de Chan das Pipas. Saxamonde, Quintela e O Muro levam-nos até Redondela. Entramos pela Praza de Ponteareas. À saída de Redondela encontra-se a capela d’As Angustias. Entramos na freguesia d’O Viso e chegamos a Arcade (município de Soutomaior), até chegar à histórica ponte medieval de Ponte Sampaio, sobre o rio Verdugo. Percorremos a vila de Ponte Sampaio e continuamos por antigos caminhos empedrados, com lanços da própria Via romana XIX, como a subida pel’A Brea Vella d’A Canicouva.

O Porriño > Mos > O Souto > Redondela > Arcade > Bergunde

Distância  27,1 km       
Tipo de percurso   Linear          
Duração    6,05 horas
  Altitude máx/min  S/Inf
Escala de Dificuldade (I a V)   Baixa (Nível I)  
  Desnível Positivo  S/Inf
Época Aconselhada  Março a Junho


22. Bergunde - A Cancela, 17,7 km

Vamo-nos aproximando de Pontevedra. A Rúa Otero Pedrayo e a Glorieta de Compostela conduzem-nos ao santuário da Virxe Peregrina. O imponente centro histórico da cidade aguarda-nos.O Caminho sai de Pontevedra pela Rúa da Santiña. O trajeto passa entre a via do comboio e o rio Granda. Santa María de Alba, depois da capela de San Caetano esperam-nos as frondosas florestas de Reirís e Lombo da Maceira. Desde San Mauro continuamos por San Mamede da Portela.

Bergunde > Pontevedra > Santa María de Alba > A Cancela

Distância  17,7 km       
Tipo de percurso   Linear          
Duração    4,25 horas
  Altitude máx/min  S/Inf
Escala de Dificuldade (I a V)   Média (Nível III)  
  Desnível Positivo  S/Inf
Época Aconselhada  Março a Junho


23. A Cancela - San Miguel de Valga, 23,4 km

Atravessamos a ponte sobre o rio Areal, que introduz o peregrino, entre grandes casas de pedra, em Valbón. Pelo caminho, surgem-nos três interessantes cruzeiros, o terceiro cruzeiro, o solitário Soutelo, completa a tríade destas genuínas esculturas que nasceram como cruzamento de caminhos. A partir daqui é preciso prestar atenção à sinalização, pois são contínuos ziguezagues e cruzamentos do Caminho com a estrada N-550, sempre presente, e com o novo caminho de ferro de alta velocidade, que alterou a paisagem. Saindo de Albergue de Briallos, pequenos lanços de caminhos alternam-se com caminhos de terra e pistas asfaltadas. Passamos diante da igreja de Santa María e entramos em Caldas, vila termal. A Aquae Celenis citada num documento do século III, atravessamos a ponte sobre o Umia, que leva o peregrino à fonte de águas termais. A capela de San Roque, no fim da rua homónima — que se liga à estrada N-550 —, marcará o fim desta etapa. Sai-se de Caldas pela N-550, mas imediatamente começamos um belo caminho. O itinerário começa em subida até chegar ao conjunto de Santa María de Carracedo. A seguir, o Caminho passa pelos lugares de Casalderrique e Casal de Eirigo. O núcleo d’O Pino dá passagem ao monte Castelo, profundas florestas banhadas pelas águas do rio Valga e salpicadas por antigos moinhos.

A Cancela > Albergue de Briallos > Caldas de Reis > Carracedo > San Miguel de Valga

Distância  23,4 km       
Tipo de percurso   Linear          
Duração    5,50 horas
  Altitude máx/min  S/Inf
Escala de Dificuldade (I a V)   Média (Nível III)  
  Desnível Positivo  S/Inf
Época Aconselhada  Março a Junho



24. San Miguel de Valga - Santiago de Compostela - 31,3 km


Os lugares seguintes desta etapa são Cimadevilla, a ponte sobre o rio Fontenlo, Cedelo e Condide,já em Pontecesures. O itinerário transita agora pelo bairro mais antigo da vila de Pontecesures. Após esta atravessamos a ponte sobre o Ulla. Aqui começa o município corunhês de Padrón, berço da tradição jacobeia, bela e monumental localidade banhada pelo rio Sar. Entra-se na vila pelo campo da feira, antes de introduzir-nos pelo Passeio do Espolón. No núcleo histórico ergue-se a igreja de Santiago de Padrón, onde O Pedrão está guardado. Os lugares seguintes desta etapa são Cimadevilla, a ponte sobre o rio Fontenlo, Cedelo e Condide,já em Pontecesures. O itinerário transita agora pelo bairro mais antigo da vila de Pontecesures. Após esta atravessamos a ponte sobre o Ulla. Saímos pela Rúa das Dores, atravessamos o rio Sar e atravessamos a N-550. Chegamos ao santuário d’A Escravitude. N’O Milladoiro. o "humilhadoiro", isto é, onde os peregrinos se "humilhavam" ou ajoelhavam ao ver pela primeira vez a catedral, temos duas opções que estão bem indicadas. Ambas as opções confluem na Rúa Rosalía de Castro, à altura da Praza de Vigo.O Caminho interna-se no centro histórico através d’A Porta Faxeira e da Rúa do Franco. A entrada tradicional para a catedral dos peregrinos do Caminho Português é feita pela Praza das Praterías.

San Miguel de Valga > Pontecesures > Padrón > A Escravitude > O Milladoiro > Santiago de Compostela

Distância  31,3 km       
Tipo de percurso   Linear          
Duração    6,35 horas
  Altitude máx/min  S/Inf
Escala de Dificuldade (I a V)   Baixa (Nível I)  
  Desnível Positivo  S/Inf
Época Aconselhada  Março a Junho



Conselhos úteis



Preparação prévia:

  •         Faça preparação física antes de iniciar o Caminho, com exercício diário.
  •         Estabeleça um plano de etapas, de 25/30 km por dia a pé e 60/100 km de bicicleta. Considere sempre as opções de alojamento existentes.
  •         Informe-se da previsão do tempo para adaptar o vestuário.



 
Preparação prévia para Peregrinação a pé:

  •         Se não está muito acostumado a caminhar longas distâncias, comece com caminhadas curtas, que deve aumentar progressivamente.
  •         Faça passeios com a mochila carregada para se acostumar ao seu peso. Também ajuda a perceber se o peso que carregamos é excessivo.
  •         Adapte a mochila, evitando folga excessiva ou compressão.
  •         Se não tiver oportunidade de treinar previamente, comece o caminho por pequenas etapas que vai aumentando à medida que o corpo permite.



 
Vestuário:

  •         Use vestuários adaptado para a época, tendo em conta a possibilidade de chuva, mesmo no verão.
  •         Use bonés ou chapéus para evitar a luz directa do sol sobre a cabeça.
  •         Use um bordão ou stick de caminhada. Além de ajudar nos terrenos mais difíceis irá prevenir as tendinites.
  •         O segredo é várias camadas de roupa ligeira (em vez de uma peça grossa).
  •         Não se esqueça de levar um pequeno estojo de primeiros socorros com o indispensável para o cuidado dos pés e a proteção da pele (agulhas hipodérmicas, pensos de gelatina, pensos rápidos, vendas, uma tesoura pequenas, creme solar e hidratante).



 
Calçado:

  •         O calçado já deve ter sido usado e deverá estar adaptado ao pé, não deverá ser novo. O melhor são as botas de trekking ou de montanha, de preferência com sola dura.
  •         Umas peúgas adequadas são fundamentais: de preferência de algodão e sem costuras.
  •         No verão, também pode ser usado ténis para caminhadas, com sola/piso para solo pedregoso.
  •         Deve levar também chinelos ou sandálias para descansar o pé ao final da etapa e “arejar” o pé no caso de bolhas ou feridas.
  •         Nunca use botas ou ténis novos na caminhada.



 
Mochila:

  •         Deve ser confortável, bem adaptada ao corpo, leve, tipo anatómico, com cintos na cintura e no peito.
  •         Não sobrecarregue a mochila (não mais de 10 quilos).



 
Técnicas para caminhar:

  •         Os exercícios de aquecimento e alongamento muscular devem ser constantes enquanto se está a fazer o itinerário. Preste especial atenção aos gémeos.
  •         Comece com um ritmo suave. Depois a marcha deve ser regular e contínua.
  •         Descanse a cada uma ou duas horas, pelo menos 10 minutos, ou mais, se necessário.
  •         Mantenha sempre um ritmo que seja confortável para si, permitindo, sem qualquer esforço manter uma conversa.
  •         Em terreno plano, ir ao nosso ritmo normal, nem muito longo nem muito curto em subida,
  •         Em descidas e se o piso permitir, caminhe com passo mais rápido, apoiando bem o pé e apertando um pouco mochila na cintura.
  •         Joelhos, tendões e pés são os nossos pontos fracos; entorses ou tendinites, as lesões mais frequentes, que deverá cuidar já desde o início (com algum analgésico para a dor, pomadas anti-inflamatórias, ligaduras de compressão ou massagens).



 
Hidratação:

  •         Uma boa hidratação é absolutamente fundamental, antes, durante e depois da caminhada (três copos de água de 1 a 2 horas antes de começar a etapa, dois 15 minutos antes da partida e beber uma quantidade equivalente a um copo de água a cada 40 minutos durante a etapa. total de 2 litros de água / dia).
  •         Beba antes mesmo de ter sede. Beber pode ajudar a evitar problemas musculares, como cãibras.
  •         Nunca caminhe mais de 15 km sem beber água.
  •         Não consumir água de nascentes ou fontes de potabilidade duvidosa ou incerta.



 
Paragens / pausas:

  •         Solte os sapatos e coloque os pés para cima.
  •         As pausas podem ser usadas para beber e comer alguma coisa (nozes, chocolate, frutas, barras de energia, mas em pequenas quantidades).
  •         As paragens não devem ser muito longas (máximo 5-10 minutos).
  •         De bicicleta, pausas devem ser feitas fora da estrada, pouco frequentes e de curta duração.
  •         Se a etapa do dia é dividida em duas partes, devem fazer uma pausa longa para comer e recuperar a força.



 
Cuidado com os pés:
 

  •         Para evitar bolhas, todos os dias antes de começar a andar, aplicar um pouco de vaselina, especialmente entre os dedos e no calcanhar.
  •         Use meias sem costuras. Se usar botas pode usar um segundo par de meias.
  •         O que fazer se tiver bolhas: fure a bolha com uma agulha hipodérmica (através da pele por um ou dois pontos) até ficar bem drenada. Nunca cortar a pele, que serve para proteger a área lesada. Coloque sobre a bolha um penso, tendo o cuidado que cubra bem a área afectada.


   
 
Combater a fadiga:

  •         Deve fazer uma pausa quando não está ainda cansado demais, de modo a ter uma boa recuperação.
  •         Se estiver muito cansados, deve descansar até um dia inteiro por semana.
  •         Para evitar a fadiga muscular, beber muitos líquidos, mesmo alguma bebida energética, para substituir os minerais perdidos.
  •         Se alguém sofrer de “exaustão por calor”, procure um local fresco, dando a beber líquidos em abundância (em um litro de água, dissolva meia colher de chá de bicarbonato de sódio e uma colher se chá de sal).

 

Alimentação:

  •         A alimentação deve ser leve, com grandes quantidades de hidratos de carbono, e uma boa hidratação: deve tomar líquidos antes, durante e depois da caminhada, uns dois litros de água por dia.



Gastos que deve ter em conta


  •         Equipamento para fazer o Caminho: roupa de caminhada, equipamento de trekking, acessórios, produtos de higiene, kit primeiros-socorros e medicamentos.
  •         Transportes: para chegar ao ponto de partida do Caminho e para regressar a casa após chegar a Santiago de Compostela.
  •         Alojamento durante a peregrinação
  •         Alimentação durante a peregrinação


 
Para fazer o Caminho de Santiago gastando pouco dinheiro deve dormir sempre nos albergues de peregrinos municipais geridos pelas autarquias.  Existem também os albergues geridos por instituições religiosas, associações e demais organizações sem fins lucrativos. A média do custo diário com o alojamento será entre 5€ e 10€.

Para poupar na alimentação terá de fazer todas, ou quase todas, as refeições. Em praticamente todas as localidades por onde passa o Caminho, seja em Portugal, seja em Espanha, existe um mercado ou supermercado onde pode comprar alimentos para cozinhar ou fazer umas sandes para o dia. Um grande número de albergues públicos permite o acesso à cozinha, logo pode cozinhar o seu próprio jantar.

Como os imprevistos acontecem, convém também orçamentar as despesas extras: transportes, medicamentos, equipamento novo, gasto extra com comida ou estadia, etc.

Orçamento baixo – Gasto médio diário por pessoa  

  •         alojamento + alimentação + despesas extra = 10€ + 10€ + 5€ = 25€


 

Neste opção vamos colocar cerca de 15€ por dia para as dormidas. Com este valor pode ficar algumas noites em albergues privados. Regra geral têm menos camas por quarto e um pouco mais de condições.

Na alimentação vamos colocar 20€ por dia por pessoa. Com este montante terá de fazer sandes para o pequeno-almoço/café da manhã e almoço, mas ao jantar já pode comer uma refeição completa num albergue privado, café ou restaurante. Desde que peça sempre o famoso menu do peregrino – cerca de 10-12€.

Orçamento Equilibrado – Gasto médio diário por pessoa

  •         alojamento + alimentação + despesas extra = 15€ + 20€ + 5€ = 40€

 

 

Equipamento pessoal recomendado

Pouca roupa, adaptada à estação, com tecidos isolantes, boné ou chapéu durante todo o ano (para o sol ou para o frio) e um bordão.


  •     Sandálias, chinelos ou sapatos desportivos para as ocasiões de descanso
  •     Botas
  •     Roupa interior e peúgas de algodão sem costuras e de lã
  •     Duas calças
  •     Duas camisolas de manga curta
  •     Duas camisolas de manga comprida
  •     Chapéu, viseira ou boné
  •     Saco de dormir
  •     Papel higiénico e lenços de papel
  •     Cantil
  •     Creme de elevada proteção solar
  •     Um pequeno estojo de primeiros socorros que inclua os elementos básicos: pensos rápidos, pensos de gelatina, pinça, agulhas hipodérmicas, mercurocromo ou um produto semelhante, analgésicos e anti-inflamatórios
  •     É importante levar a nossa documentação e cartões de crédito, dado que não é conveniente levar muito dinheiro em numerário.
  •     Telemóvel e carregador
  •     Concha de peregrino


Como elementos opcionais, que podem ser práticos, podemos levar os seguintes:

  •     Tampões para os ouvidos (por causa do roncar nos albergues) :)
  •     Lanterna
  •     Fato de banho
  •     Lenço para a cabeça
  •     Utensílios básicos de cozinha
  •     Detergente
  •     Isqueiro

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